Como controlar as finanças em caso de desemprego

Confira algumas dicas para ajustar seu planejamento financeiro

Ninguém gosta de pensar na possibilidade de ficar sem emprego. Mas, fato é que ninguém está livre disto. Mesmo quem tem um planejamento financeiro bem definido, deve estar atento e certo do que precisa ser feito quando o desemprego bate à porta. Listamos alguns pontos que devem ser levados em consideração:

A rescisão não é solução
Ao ser desligado de uma empresa, o trabalhador tem uma série de direitos previstos em lei. Em caso de demissão, é possível sacar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Também receberá algumas parcelas do seguro-desemprego. O ideal é aproveitar  valor da rescisão para saldar suas dívidas junto com sua reserva de emergência e, se possível, manter o dinheiro do Fundo de Garantia como uma poupança.

A importância do planejamento financeiro
Nos momentos de “vacas magras”, o planejamento financeiro ocupa um papel mais do que fundamental. Empregado ou não, o recomendado é ter uma reserva financeira capaz de custear todos suas despesas pelo menos por seis meses. Quem vive com um orçamento “no laço”, deve repensar essa atitude.

Evite compras parceladas
Os educadores financeiros são unânimes: junte dinheiro e tentar comprar tudo à vista. A tentação do “10 vezes sem juros” deve ser evitada. Quando estamos trabalhando, o valor da parcela pode até não pesar no orçamento. Agora, faça o seguinte exercício: caso você perca o emprego agora, quantas parcelas “a perder de vista”, ainda teria que pagar?

Reveja seu padrão de vida
Quem está no ciclo: trabalhar, receber o salário, pagar as contas e passar o resto do mês sem dinheiro, precisa analisar o padrão de vida que está levando. Vale rever gastos desnecessários e ajustar o orçamento de modo a construir uma reserva financeira. Se empregado, as contas já estão “comendo” todo salário – como você irá manter-se sem sua atual renda mensal.

E meu plano de previdência?
Muitas pessoas consideram resgatar o saldo de seu plano de previdência complementar para ter uma renda extra. No entanto, esta não é a melhor opção. Lembre-se que este é um investimento em longo prazo, para garantir um futuro tranquilo para você e sua família. Consulte o regulamento do seu plano e veja as opções de se tornar um participante autopatrocinado ou optar pelo Benefício Proporcional Diferido (BPD).

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