Conheça três países que ficaram ainda mais atrativos com a desvalorização de suas moedas

Com a queda dos pesos mexicano e argentino e da libra esterlina, México, Argentina e Inglaterra despontam na lista de destinos para se conhecer em 2017

Se você ainda não decidiu qual será sua próxima viagem, seja de férias ou em algum dos “feriadões” de 2017, pode aproveitar para conhecer ou voltar aos países que ficaram financeiramente mais atraentes. Um levantamento da Confidence Câmbio mostra que os pesos mexicano e argentino e a libra esterlina foram as moedas que mais se desvalorizaram frente ao dólar no último ano, o que beneficia brasileiros, já que o real valorizou perante a moeda norte-americana ao longo do último ano.

Repleto de belezas naturais e culturais, o México conta com duas cidades na lista do jornal The New York Times dos melhores lugares do mundo para se conhecer em 2017: Tijuana e Puerto Escondido. Além disso, o país não exige visto para brasileiros, o que facilita a viagem. Com a menor cotação do peso mexicano, os preços dos passeios ficam mais acessíveis: para conhecer as Pirâmides de Teotihuacan e o Santuário de Guadalupe, o viajante gasta, em média, R$ 160 com o tour gira em torno de R$ 150. Já o aluguel de um carro na Cidade do México custa por volta de R$ 90. De acordo com o site “Quanto Custa Viajar”, é possível planejar uma viagem de uma semana para o México gastando até R$ 4 mil por pessoa, incluindo passagens, hospedagens e passeios.

A Argentina, que já é muito procurada por brasileiros, promete ser ainda mais visitada em 2017. Isso porque, além da desvalorização do peso argentino, o país, anunciou a isenção do pagamento de imposto sobre consumo (IVA) em hotéis para turistas estrangeiros. Com a medida, a hospedagem ficará até 21% mais barata.

Se você gosta de viajar no estilo “mochilão”, consegue passar uma semana em Londres, na Inglaterra, por menos de R$ 4 mil por pessoa, conforme levantamento do site de viagens, que inclui passagem, hospedagem e passeios. Com a queda na cotação da libra esterlina, ficou mais fácil conhecer o país, além da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, que também utilizam a moeda. Em Londres, conhecer a roda-gigante mais famosa do mundo, London Eye, que custa mais ou menos, R$ 80. Já a visita ao Palácio de Buckingham fica em torno de R$ 150. Para hospedagem em hotéis econômicos, o desembolso diário é de aproximadamente R$ 100.

 

África do Sul e Chile

Outros destinos que estão caindo cada vez mais nas graças dos brasileiros são África do Sul e Chile. Embora o rand e o peso chileno não tenham sofrido desvalorização cambial, as duas moedas têm sido bastante procuradas.

Uma viagem econômica de uma semana para Santiago, no Chile, pode sair, em média, R$ 2 mil por pessoa, conforme o site “Quanto Custa Viajar”, incluindo passagens hospedagens e passeios.

Já uma visita de dez dias à Cidade do Cabo, capital legislativa da África do Sul, pode sair por R$ 5 mil, considerando os custos com passagens, hospedagens e passeios.

Dicas para planejar sua viagem

Levar dinheiro em espécie ou cartão pré-pago?

O ideal para uma viagem mais segura é optar sempre por levar mais de um meio de pagamento. Ou seja, uma parte do dinheiro em espécie e outra no cartão pré-pago internacional. Isso garante segurança e flexibilidade.

Quais as vantagens de usar um cartão pré-pago?
O principal benefício do cartão pré-pago é a segurança. Protegido por senha, ele permite bloqueio em caso de perda, roubo ou furto. Alguns podem ser recarregados em moedas diferentes. Isso facilita a dinâmica de utilização do dinheiro durante a viagem e evita bitributações e a necessidade de novas operações de câmbio nos diferentes países de destino.

Preciso comprar um novo cartão pré-pago a cada viagem?
Não, o cartão pré-pago não tem custo de aquisição, anuidade, nem incidência de juros. A validade é determinada pela bandeira, mas em geral, é de quatro anos. Isso significa que, dentro do período de validade, o cliente poderá utilizar a moeda, fazer suas recargas, ou seja, usar o cartão tranquilamente em qualquer viagem. Vale ressaltar também que o cartão é uma ótima ferramenta para ajudar no planejamento financeiro. Ao comprar moeda estrangeira aos poucos, fazer as recargas no cartão, o cliente pode contar com uma forma de “poupança viagem”, aproveitando as baixas do câmbio e, assim, programar o orçamento total da viagem antes mesmo de sair do Brasil.

 

E, você, qual será seu próximo destino nas férias? Conta pra gente nos comentários!


Fonte: Confidence Câmbio
Imagens: visitapuerto.com,
jafezasmalas.com, historiografandoideias.blogspot.com.br e decolar.com

Tags: câmbio planejamento financeiro qualidade de vida viagens

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