Regularize seu nome sem sair de casa

Serasa oferece serviço gratuito que pode ser usado a qualquer momento

O maior risco de não pagar uma conta em dia você já sabe: ficar com o nome sujo na praça e perder crédito no mercado. E dá-lhe dor de cabeça para limpar o nome depois! O que talvez você não sabia é que essa dificuldade pode ser atenuada. Para começar, em vez de sair de casa para pegar filas e perder um tempo precioso, é possível utilizar o serviço limpa nome que o Serasa Experian oferece, on-line. “É uma ferramenta gratuita, que pode ser utilizada a qualquer momento.  Por meio do site, o consumidor preenche um cadastro rápido e consulta o nome. Se estiver com alguma pendência, consegue resolver no próprio ambiente virtual, que centraliza diferentes canais de comunicação e permite uma negociação direta entre credor e consumidor, geralmente com condições especiais para que o nome fique limpo”, explica Raphael Salmi, gerente de soluções para recuperação de crédito da Serasa Experian.

Além desse serviço, que acontece o ano todo, o Serasa também promove “feirões” (geralmente em dias próximos a datas comemorativas, como Dia das Mães e Natal), nos quais reúne empresas que apresentam negociações diferenciadas, com descontos e parcelamentos, para que os consumidores quitem as dívidas. O gerente Salmi diz que esse serviço foi criado pensando em atender as necessidades indicadas pelos próprios consumidores:  “Em uma pesquisa realizada pelo Serasa, 40% dos consumidores alegavam desconhecer a existência de dívidas por não terem recebido nenhuma notificação em casa. Os outros 60% disseram que receberam um comunicado, mas não sabiam como fazer para quitar as dívidas. Esse ambiente on-line é um lugar onde o consumidor tem conhecimento da dívida e, em seguida, um canal para renegociá-la”, enfatiza. Vale lembrar que não são todas as empresas que participam de serviços como esse, elas precisam ser clientes do Serasa ou de outros serviços de negativação. Por isso, primeiro é preciso checar se a empresa credora está cadastrada nesse serviço.

Muita calma na hora da negociação
Para o professor de economia e finanças Milton Pignatari, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o processo de negociação requer bom senso e paciência. “O ideal é que o consumidor, mesmo com propostas excelentes, saiba quanto pode pagar, para não renegociar parcelas de valor muito elevado e depois se endividar novamente”. Segundo o economista, as empresas sugerem um valor, mas o consumidor pode fazer uma contraproposta. Por exemplo, se o consumidor pode pagar R$ 200 em seis vezes, não adianta aceitar a proposta de R$ 300 em quatro meses. “O indicado é não comprometer mais que 30% da renda na negociação”, orienta o economista.

Sandro Maskio, professor de Economia da Universidade Metodista de São Paulo, recomenda, também, que, no processo de renegociação, o consumidor tente obter um abatimento no valor total da dívida e, se financiar alguma parte, escolher a opção que tenha um prazo adequado e com juros menores. “Quando vão para esse processo, as empresas dão margem de negociação e é importante saber aproveitá-la”, enfatiza.

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