Você vive sem dinheiro? Conheça os 5 erros mais cometidos por quem vive no vermelho

Pessoas de todas as faixas de renda só têm a ganhar quando procuram adquirir mais conhecimento sobre a área financeira

Quando se fala em educação financeira, é comum ver alguém torcendo o nariz diante da ideia de controlar os gastos. Afinal, ninguém quer reduzir o padrão de vida. Pois esse é um dos erros mais comuns de quem tem dificuldade de prosperar. Na realidade, ter uma vida financeira estável só contribui com a qualidade de vida. 

“As pessoas ficam menos estressadas, conseguem ter uma noite de sono mais tranquila, uma relação melhor com a família e aumento de desempenho e produtividade no trabalho. Assim, garantem uma vida melhor”, explica Roberta Omeltech, consultora financeira da empresa Omeltech Desenvolvimento.

Segundo a especialista, pessoas de todas as faixas de renda só têm a ganhar quando procuram adquirir mais conhecimento sobre a área financeira. E quem quiser começar, pode aprender a evitar alguns erros comuns. Saiba mais.

1. Ter preguiça de estudar
Muita gente acha que educação financeira é tema chato e cansativo e, só de pensar em números e contas, já desiste. Para Mauro Calil, educador financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, quem pensa assim já entra no jogo em desvantagem. Existe, de fato, um preço a ser pago pelo sucesso, mas o custo de viver com uma situação financeira completamente desequilibrada é muito mais alto

2. Pensar apenas no hoje
Sair comprando hoje tudo o que tem vontade, como se fosse o último dia de vida, é receita certa para desastres no futuro. E pode estar certo de que ele virá mais cedo do que você imagina. “Quando a pessoa acredita que o futuro está longe, acaba se enganando, pois ele chega rápido, quando já é tarde para planejar. O que acontece é que a pessoa vive correndo atrás de pagar contas do passado e do presente e não constrói nada para o futuro”, alerta Calil.

3. Ganhar apenas para gastar 
Segundo a consultora Roberta Omeltech, ganhar mais, simplesmente, não garante tranquilidade. “Quanto mais se ganha, se não houver informação financeira, mais se gasta. A pessoa eleva o padrão de vida, começa a frequentar lugares mais caros e, quando se dá conta, está na mesma situação financeira em que vivia anteriormente, correndo atrás de um novo salário e, consequentemente, de novos gastos” diz.

4. Agir por impulso
Os gastos por impulso são os maiores vilões do orçamento. “É preciso ter consciência financeira, saber qual é a renda líquida, os custos fixos e as demais despesas. Se não, em caso de imprevisto, se não houver nenhuma reserva, a conta entrará no limite facilmente”, orienta Calil.

5. Investir em bens que não valorizam
A consultora Roberta diz que, hoje em dia, as pessoas se preocupam mais em comprar objetos que geram despesas, como eletrônicos e carros. Por outro lado, investem muito pouco em algo que possa gerar uma receita futura. Ações e imóveis para alugar, por exemplo, são bens que custam caro, mas trazem retorno de investimento.

Tags: consumo Dívidas e Financiamentos educação financeira organização financeira

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